Entre o sonho e a realidade
14 14UTC Dezembro 14UTC 2009 às 8:46 (Auto-conhecimento, Desconstrução Conceitual, Magia Consciencial, Projeção Astral, Recadinho, Visões Extradimensionais)
Tags: bruxaria, luciaurea, realidade, magia, osho, sonho
Aprendendo a silenciar a mente – III
14 14UTC Dezembro 14UTC 2009 às 7:58 (Ancestralidade, Desconstrução Conceitual, Magia Consciencial, Recadinho, Relato de Experiência, Terapia)
Tags: silêncio, luciaurea, osho, Aprendendo a silenciar a mente
Na verdadeira jornada da vida, sua própria intuição é o único professor que você tem.
Existe algo de imensa importância sobre a verdade: a menos que você a encontre, ela nunca será verdade para você.Aprendendo a silenciar a mente – I
14 14UTC Dezembro 14UTC 2009 às 7:30 (Ancestralidade, Auto-conhecimento, Desconstrução Conceitual, Emo Day, Magia Consciencial, Recadinho, Relato de Experiência, Terapia)
Tags: Aprendendo a silenciar a mente, luciaurea, meditação, osho, zazen
A existência não é um problema que precisa ser solucionado,
é um mistério a ser vivido.
E você precisa estar perfeitamente consciente da diferença que existe entre um mistério e um problema.
O problema é algo criado pela mente. O mistério é algo que
simplesmente existe, não foi criado pela mente.
O problema tem algo de feio, como uma doença. O mistério é belíssimo. Com o problema, imediatamente surge a luta. Você tem que resolvê-lo.
E algo errado,
você tem que consertá-lo. Algo está faltando, você tem que providenciar
o elo que falta. Com o mistério, nada disso é necessário.
A Lua aparece à noite… Isso não é um problema, é um mistério.
Você tem que conviver com ele. Você tem que dançar com ele, tem que
cantar com ele ou pode, simplesmente, ficar em silêncio com ele.
Algo de misterioso envolve você.
Osho, em “Faça o seu coração vibrar”
Da Magia à Perfeição
5 05UTC Novembro 05UTC 2009 às 13:44 (Auto-conhecimento, Desconstrução Conceitual, Galdrablog, Magia Consciencial, Programação Neurolingüística, Recadinho, Relato de Experiência)
Tags: espiritualidade, cultura, ilusão, realidade, magia, verdade, perfeição, mania de perfeição, espírito de equipe, companheirismo, sinceridade, mentira, fantasia, neurose, programação, ilusão de óptica, confiança, prepotência, jogo, compreensão, evolução
Existem pessoas que são doentes pela perfeição.
Existem pessoas que admitem que todos deviam fazer o que elas fazem, porque o jeito delas é sempre o jeito certo.
Existem aquelas que não saem de casa enquanto não estiver tudo do jeito delas.
Existem aquelas que não confiam em seus companheiros(as) o suficiente para que eles se desenvolvam, tolhendo-lhes a oportunidade de serem sinceros com elas, incentivando-os a desabafarem pelas suas costas.
Existem aquelas que não admitem, mas pensam que somente elas fazem tudo certo.
E também existem aquelas que jamais admitirão que os demais realmente existem para que elas sejam mais importantes.
Mas existem outros tipos de pessoas, e essas sim, são imortais no Agora Eterno. Ultrapassam as expectativas de seus mundinhos dististos.
Elas não se importam em julgar se os defeitos alheios realmente são verdadeiros ou falsos.
Elas não se importam se alguém está contente apenas porque as viu chorar.
Elas realmente não questionam a veracidade dos fatos mais de 1000 vezes por dia.
Cuidam de suas línguas para que açoitem apenas as ervas-daninhas, podem os bonsais e acariciem as orquídeas.
Porque a elas basta confiar – e dar chances para que as sementes (pessoas) cresçam (junto com elas), sem esquecerem-se de regá-las – mas também sem afogá-las.
Elas são tão seguras que não encontram tempo em suas mentes para inventar fantasias sobre a menor possibilidade dos erros dos outros.
Elas encaram os defeitos alheios apenas como polaridades diferentes das suas, e de verdade, compreendem que compaixão e rigidez fazem parte da ponderação que leva à flexibilidade do dia-a-dia.
Existem também as migradoras. Elas migram de uma polaridade para a outra sem ainda terem a consciência de quem são.
A Perfeição é uma ilusão de óptica cultural.
O míope gosta de ver tudo perfeito, por isso ajusta seus óculos para o seu grau de compreensão da realidade, considerando que todos devam utilizar os mesmos óculos. É o máximo que ele consegue. É até onde ele se permite explorar.
O míope detesta sair de sua zona de conforto, para isso, ele finge ser altruísta quando pergunta a alguém se está tudo bem, porque no fundo no fundo, o que ele mais deseja, é que as outras peças do seu jogo possam se mover sem que ele seja destronado…
As peças são as pessoas com sentimentos e experiências como as dele, mas ele não se importa muito com isso… ele é míope.
Toda vez que me perguntam: “você não quer evoluir? Não almeja a perfeição?”
Eu respondo: “evolução não implica em perfeição. Desejo me desenvolver para que a miopia não estrague o resto de mim”.
VindáarR
Um Segredo de Magia
10 10UTC Setembro 10UTC 2009 às 11:29 (Auto-conhecimento, Desconstrução Conceitual, Estudos Científicos, Galdrablog, Magia Consciencial, Programação Neurolingüística, Recadinho, Relato de Experiência)
Tags: autoconhecimento, educação financeira, espiritualidade, fique rico, luciaurea, magia mental, os segredos da mente milionária, segredo da magia, T. Harv Eker
As raízes geram os frutos
Imagine uma árvore. Suponha que seja a árvore da vida. Nela há frutos. Na vida, os nossos frutos são os nossos resultados. Nós olhamos para eles e não gostamos do que vemos – achamos que os frutos que produzimos são poucos, muito pequenos ou que o seu sabor deixa a desejar.
O que tendemos a fazer, então? A maioria de nós dedica ainda mais atenção aos resultados. Mas de onde eles vêm? São as sementes e as raízes que os geram.
É o que está embaixo da terra que cria o que está em cima dela. É o invisível que produz o visível. E o que significa isso? Isso quer dizer que, se você quer mudar os frutos, primeiro tem que trocar as raízes – quando deseja alterar o que está visível, antes deve modificar o que está invisível.
T. Harv Eker, OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA
Runas, deuses e rituais II – Bindrunes
29 29UTC Julho 29UTC 2009 às 16:12 (Auto-conhecimento, Divinação, Galdrablog, Magia Consciencial, Programação Neurolingüística, Relato de Experiência, Tradição Nórdica)
Tags: abertura de caminhos, arquétipo, Audhumbla, Ásatrú, bem-estar, Comigo ninguém pode, desejo, deusa Freyja, deuse, deuses, espiritualidade, espiritualidade odinista, fehu, Galdor, Havamal, mitologia nórdica, número 9, nove meses, Odin, Old Futhark, planta de poder, potência da natureza, prosperidade, responsabilidade, riqueza, rituais, rituais para prosperidade, ritual rúnico, runas, sucesso, vaca, vikings, Yggdrasil
Continuando o post anterior…
Falamos de Luana no artigo anterior e mencionamos sua conexão com a deusa Freyja. Verificamos a possibilidade de um ritual para ajudá-la a concretizar sua intenção mestra, mediante seu desejo em mudar de área na empresa onde trabalha. Vamos continuar com os esclarecimentos e orientações sobre as questões do desejo e da atitude envolvidas, afim de que os mecanismos do ritual funcionem a contento
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SAIBA PEDIR
Por exemplo: “quero mudar de área mantendo meu emprego”.
Muitas pessoas pedem uma melhora, uma promoção, porém se esquecem de enfatizar os pontos importantes da maneira mais simples. Elas simplemente querem e pronto, sem saber como querer. Tratam suas vidas adultas como continuação da infância que tiveram (ou não). Eu também fui uma dessas pessoas e aprendi com minhas próprias experiências “o como” e o “o que”. Aprendi “aos trancos e barrancos”. Você porém, não precisa aprender assim.
No caso de Luana, a questão era tornar realidade seu desejo de mudar de área, consciente que o desejo gerava a necessidade, mas que a necessidade não era o desejo.
Se você deseja mudar de área, especifique a área, caso tenha um interesse por alguma em particular, e sempre se lembre de que você também deseja manter seu emprego, caso contrário, você poderá semear uma demissão, seguida de um emprego melhor depois, sem dúvida - mas ainda sim, uma demissão. Se você deseja continuar trabalhando na mesma empresa, especifique – e mais importante: simplifique. Não preencha com subjetividade, seja objetivo!
Se você for compor um bindrune* para consagragrar este fim, fique atento enquanto crava as runas. Mantenha o objetivo claro na mente, porque você está “criando um espírito” para habitar aquele bindrune que irá trabalhar para você. Não é um espírito como a gente, não se preocupe. É como uma programação, obedece ao seu dono* , cumpre sua função e volta para seu universo rúnico
CRAVANDO RUNAS
Isso mesmo, o assunto aqui é cravar runas.
Cravar é escrever em profundidade. Um programador usa o computador para criar um programa. Você usa, a grosso modo, seax* e madeira, que é o material tradicional para a confecção de runas. No mito nórdico, os seres humanos foram criados de árvores, por isso, a madeira tem um significado especial que envolve vida, morte e renascimento. Perfeito para a magia de bindrunes!
Não adianta usar canetinha colorida não, isso é coisa de pinks* e gente preguiçosa, porque quando você crava as runas, você usa a força de sua intenção e empenha uma atitude na ação de cravar. Cravar runas é um ritual – leve a sério!
O uso do grafite (não é canetinha!) serve apenas para o papel, porque o grafite contém carbono e o carbono conduz energia. É excelente se sua intenção é gerar gráficos rediônicos. O uso de canetinhas coloridas é indicado para mandalas terapêuticas, não para bindrunes. Se sua intenção é plantar prosperidade, crie um bindrune fora do papel*.
Um outro dado importante é você saber que o pedaço de madeira deve ser polido por você mesmo, sendo o galho vivo de uma árvore ou caule de uma planta nativa brasileira. :O “O que você disse? Planta do Brasil? Mas o certo não é utilizar recursos nativos do Norte?” E eu respondo:
- Utilizar os recursos do Norte não vai fazer sua magia ser mais eficaz. A magia escandinava, a religião e outros elementos que compõem a espiritualidade nórdica, são feitos da natureza para a natureza. Se você é do hemisfério sul, não adianta se esforçar em louvar recursos que estão longe do seu alcance – a não ser que você tenha acesso fácil a eles
Vale uma dica: eu particularmente aprecio o uso da buta (Aristolochia esperanzae Kuntze) para a confecção de meus binds. A buta é também conhecida como cipó-buta ou cipó-mil-homens. Trata-se de uma espécie trepadeira com ação medicinal abortiva, e por isso mesmo, possui campo magnético expansivo, atendendo a objetivos que requerem abertura nos empreedimentos ou banimentos. É utilizada uma pequena raspa de sua casca em chás para cólicas menstruais. Importante salientar, no entanto, que as propriedades da buta nem sempre se encaixam nas propriedades do ritual, sendo necessária prévia avaliação de sua utilização; portanto, muita atenção aqui, porque suas propriedades expansivas podem realmente abortar uma situação que você muito deseja. Saiba elaborar seu pedido previamente deixando clara sua intenção. Esclareça sua intenção para si mesmo antes de se aventurar ao “mãos à obra!”
… CONTINUA …
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* Bindrune: amuleto rúnico em que se combina uma ou mais runas para um determinado fim. Neste estudo de caso para prosperidade, estamos fazendo o uso de Fehu apenas, mas isso não é uma regra fixa ok? Existem outras maneiras de se combinar runas, seja para a prosperidade, saúde, amor ou qualquer outro assunto de âmbito pessoal.
* Obedece ao seu dono: observe o contexto da expressão e sim, tome cuidado com essa palavra, dono. Você não é “dono” das runas, você interage com elas porque elas são forças anteriores à sua existência na sua forma de consciência atual! O espírito que você criou e cravou nasce, cresce, ganha força em vida, e depois entra em seu ciclo noturno em nosso mundo (Midgard), para retornar ao universo rúnico novamente. A expressão “obedece ao seu dono” deve ser encarada do ponto de vista da intenção de programar a realidade.
* Seax nórdico: athame ritualístico.
* Pinks: pessoas que brincam de fábrica de poderes.
* Fora do papel: se sua intenção é mover mentalmente sua prosperidade, então use o papel e cole-o num lugar visível onde possa ser contemplado todos os dias, pois os aspectos inconscientes ali gravados por você, acionarão teus aspectos conscientes, trazendo à tona o conceito de prosperidade que você necessita trabalhar, para aprender a manter e a aumentar o que já possui.
Runas, deuses e rituais I – Fehu & Freyja
22 22UTC Julho 22UTC 2009 às 11:02 (Auto-conhecimento, Divinação, Galdrablog, Magia Consciencial, Programação Neurolingüística, Relato de Experiência, Tradição Nórdica)
Tags: abertura de caminhos, arquétipo, Audhumbla, Ásatrú, bem-estar, Comigo ninguém pode, desejo, deusa Freyja, deuse, deuses, espiritualidade, espiritualidade odinista, fehu, Galdor, Havamal, mitologia nórdica, número 9, nove meses, Odin, Old Futhark, planta de poder, potência da natureza, prosperidade, responsabilidade, riqueza, rituais, ritual rúnico, runas, sucesso, vaca, vikings, Yggdrasil
Ela queria mudar de área e precisava de algo que alavancasse os acontecimentos. Interessou-se pela magia escandinava e paganismo nórdico, em especial pelo relacionamento com os deuses e o que eles poderiam fazer para auxiliá-la.
Neste artigo eu gostaria de falar sobre o trabalho com runas, em especial a runa Fehu* e sua interação com os deuses nórdicos, em especial a deusa Freyja*, em rituais.
CONSIDERANDO AS NECESSIDADES
Luana, vamos chamá-la assim, me escreveu pedindo orientações sobre como proceder com um ritual para a deusa Freyja utilizando as runas. A resposta foi um longo e-mail repleto de considerações sobre as reais necessidades dela.
Ela desejava muito mudar para uma área específica da empresa onde trabalhava, a ponto de sentir essa mudança como uma necessidade em sua vida. Então, não era possível deletar a importância que isso era para ela.
Como já havia sido detectada sua conexão energética com Freyja, a mesma poderia auxiliá-la na abertura de caminhos, e com o auxílio da runa Fehu, ela conseguiria agilizar o processo.
MECANISMO DE FUNCIONAMENTO ENTRE MITOS E RUNAS
Um mito é muitas vezes utilizado para explicar e representar valores e comportamentos humanos. No entanto, um mito também prioriza uma potência da natureza. Quando entramos em contato com uma deidade, não estamos apenas estabelecendo um alinhamento com seu arquétipo dentro de nós, mas também uma comunicação com a natureza.
“A riqueza é um conforto para todos, mas deve partilhá-la aquele que espera sua sorte no julgamento diante dos deuses”.
Havamal*
Para compreendermos um dos mecanismos de funcionamento entre runas e mitos em sua forma mais simples é necessário estudá-los. Através dos estudos poderemos ser capazes de estabelecer as relações entre ambos. Estudaremos aqui as relações entre Fehu e Freyja.
Fehu (lê-se férru) está relacionada à riqueza, prosperidade, abundância e sustentabilidade. É o poder móvel de realização e distribuição. Ideograficamente, representa os chifres do gado, e o gado era sinônimo de dinheiro e bens móveis para os antigos vikings. Princípios como troca, manter o que já se possui e compartilhar a sorte com os demais fazem parte da escala de valores abrangidos pela potência energética Fehu.
Em um outro nível, Fehu representa a força ígnea criativa. No mito da criação, Audhumbla, nascida da interação entre fogo e gelo primordiais, era a vaca cósmica e seu mito retrata a fertilidade e a força criativa direcionados à sustentação da vida, pois Audhumbla alimenta deuses e gigantes.
Fehu é uma runa de abastecimento. Mas pede também para ser abastecida, pois consome energia. Isso significa que seu uso, em especial em rituais, precisa ser constantemente refeito.
É também uma runa de obediência (usuário descontrolado – dinheiro sem destino), pois o gado obedece ao pastor, indo para onde lhe for indicado e permanecendo onde lhe for determinado. Portanto, qualquer ritual feito com essa runa pode ocasionar solução rápida de problemas financeiros e o aparecimento de novas oportunidades.
Fehu pode ser associada à deusa Freyja em um ritual cujo objetivo é a abertura de caminhos, porque Freyja também representa e rege a riqueza, além da fertilidade, mas principalmente porque Fehu é a primeira runa no primeiro Aett, regido pela deusa. Porém, a questão com Freyja, como mentora de um acontecimento, é que ela tem sua própria maneira de solucionar uma situação e nem sempre concordamos com ela. Se você não pede “corretamente”, analisando inclusive as entrelinhas do que você pede, você pode atrair uma situação “ao pé da letra”.
Por exemplo, “quero viver perto da luz” – a pessoa aqui queria estar psicologicamente próxima dos deuses e de energias boas, mas acabou conseguindo um trabalho que tinha que trocar várias lâmpadas por dia! Irônico não? Não deixa de ter sua graça também
Deuses não possuem humor humano.
UMA MANEIRA DE FAZER ENTRE MUITAS
Certa vez, para conseguir trabalho, eu pedi a Freyja e Odin que me dessem estrutura financeira e um trabalho compatível com os meus talentos.
Cravei Fehu 9 vezes em um pequeno pedaço de madeira polida, equivalente a 9 meses (sendo que a cada 9 meses eu refazia meu pacto de prosperidade), entoando o galdor* de Fehu enquanto cravava. Depois plantei (plantar é diferente de enterrar) em minha Yggdrasil (nome de minha comigo ninguém pode* gigante dedicada à Odin, em homenagem à árvore do mundo no mito nórdico). Não acendi velas ou insenso. Foi um ritual simples e direto.
Realizei outros processos que não posso mencionar aqui por uma questão de ética pessoal em relação aos meus procedimentos mágickos.
Porque a cada 9 meses? A prosperidade é como uma planta, se você não cuida, ela não devolve o oxigênio para você! O número 9 tem um significado mágicko para nós, praticantes do paganismo nórdico: por 9 dias e 9 noites Odin ficou auto-imolado em Yggdrasil e depois de um processo de êxtase causado pela dor ele “viu” as runas. Um outro fato é que as runas são divididas em 3 grupos no Old Futhark*, sendo utilizado sempre múltiplos de 3 na elaboração de rituais.
No caso de Luana, foi orientado que ela adquirisse uma muda de comigo ninguém pode* e cuidar dela como se fosse sua planta de poder, antes de pensar em criar qualquer amuleto rúnico.
VONTADE MÁGICKA
Plante seus pedidos como sementes. Você as verá crescer.
… CONTINUA …
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* Freyja: deusa nóridca da fertilidade, do amor, da magia e da guerra.
* Havamal: são os “dizeres do Altíssimo”. Poema, integrante da Edda Poética, relacionado à Odin e a seu conhecimento e sabedoria.
* Galdor: “mantra”.
* Comigo ninguém pode: Dieffenbachia picta Schott. Planta ornamental venenosa cujo trabalho energético envolve a absorção de energias negativas. Quanto mais negativo é o ambiente, maior ela se torna e mais rápido é o seu crescimento. Possui capacidade de concentrar energia e reciclá-la para devolvê-la renovada ao ambiente. Trata-se de uma planta guardiã, portanto, cuida com segredo qualquer elemento mágicko plantado em sua proximidade.
* Old Futhark: é a forma mais antiga encontrada do alfabeto rúnico utilizado pelas tribos escandinavas, cujo uso, segundo Tacitus, ia além da mera escrita, sendo ampliada como arte divinatória e atividade religiosa.






